
Eu vivo os melhores dias de minha vida. Não vejo o que está fora, mas o que está dentro de mim, no meu tesouro, no meu espírito. Consigo transpassar minha carne, meu corpo e chegar até a minha mente e me ver como sou em espirito, minha verdadeira identidade: perfeito, completo, não me faltando nada. Nos dias de hoje, recebo uma informação que estava escondida em trevas. Estava escrita, estava lá na bíblia como esteve desde Gutenberg. Esteve nas bíblias dos cardeais, dos reis, dos grandes conquistadores, dos poetas, seresteiros, dos namorados, dos papas, dos religiosos de qualquer segmento e denominação. Está hoje na bíblia dos líderes evangélicos, dos deputados, dos senadores, dos tribunais sobre a qual juram as testemunhas dizerem a verdade. Mas a informação está oculta, esteve com um véu que só quem poderia desvendar, destapar seria Deus mesmo. Jesus Cristo, o ressuscitado, sairia de luz inacessível e voltaria num corpo de homem para trazer à luz tudo o que foi posto sob mistério. E em todo esse tempo ninguém pôde entender a Palavra de Deus. Congelou-se o tempo de Deus num período que Paulo profetizou chamando-o de APOSTASIA. Paulo já sabia que não seria ele quem iria edificar (ensinar, explicar, deixar claro)o fundamento - a palavra que escreveu em 14 cartas. Chegou um momento em que o apóstolo disse claramente: NÃO JULGUEIS NADA ANTES DO TEMPO. Ele sabia que aquela palavra era para que o Senhor viesse julgar. E ele também tinha a convicção correta de que o Senhor só viria depois que se instalasse a APOSTASIA - uma ocorrência carnal de afastamento da fé, através de um sistema de obras, de salvação por sacrifícios, sob o falso evangelho e a lei de Moisés. Paulo também sabia que, depois de sua morte, a igreja gentílica seria assolada pelos da circuncisão, que transtornariam casas inteiras, ensinando o que não convinha por torpe ganância. E completou dizendo que entrariam, dessa forma, LOBOS vorazes que não poupariam o rebanho. Lobos com bíblia debaixo do braço, ensinando o falso evangelho, fazendo recordação de pecados, incutindo o medo do diabo e obrigando os crentes a judaizar. Mas, em 1973, o Ressuscitado se integrou literalmente ao espírito do Apóstolo José Luis de Jesús Miranda, em meio à apostasia, para pregar e ensinar o verdadeiro evangelho, o de Paulo, o da incircuncisão, tirando-nos aquilo que nos impedia de enxergar a verdade – o véu de Moisés. Hoje podemos olhá-lo cara-a-cara, sabendo que somos ovelhas dele e que sempre ouviremos a sua voz. Esta manifestação é a de Jesus Cristo homem, o único mediador entre Deus e os homens. Para saber mais: http://jesuscristohomem.blogspot.com
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